Ex-jogadora defende veto a mulheres trans no vôlei: "Justiça"
História de Lívia Cout
Por: Rafael Luquini
Publicado: 17/08/2026 às 13:29
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Ingrid Caravellas, campeã mundial juvenil com a Seleção Brasileira em 1987, comentou a nova regra da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Em suma, esta impede mulheres trans de disputarem torneios nacionais femininos.
Ex-jogadora defende nova regra da CBV, mas negra transfobia
Em entrevista ao portal “LeoDias”, Ingrid negou que seja preconceituosa e explicou que sua posição está ligada às categorias esportivas. “Primeiro, eu quero deixar uma coisa muito clara: eu não sou transfóbica. Muito pelo contrário.”, afirmou logo a princípio.
Em seguida, a ex-jogadora defendeu critérios baseados em diferenças biológicas nas competições femininas. “Por que existem categorias femininas no esporte? Porque existem diferenças biológicas entre homens e mulheres que podem produzir vantagens físicas importantes no desempenho esportivo.“, argumentou.
Entenda
A Confederação Brasileira de Voleibol anunciou, na sexta-feira (14/08), uma nova política de elegibilidade para competições nacionais de vôlei de quadra e de praia. Entre os critérios está a realização de uma triagem genética para verificar a presença do gene SRY, associado ao cromossomo Y e a características se*uais masculinas. Desse modo, atletas que não comprovarem os critérios de elegibilidade não poderão disputar as competições incluídas na nova política.
Ex-jogadora defende nova regra da CBV, mas negra transfobia
Em entrevista ao portal “LeoDias”, Ingrid negou que seja preconceituosa e explicou que sua posição está ligada às categorias esportivas. “Primeiro, eu quero deixar uma coisa muito clara: eu não sou transfóbica. Muito pelo contrário.”, afirmou logo a princípio.
Em seguida, a ex-jogadora defendeu critérios baseados em diferenças biológicas nas competições femininas. “Por que existem categorias femininas no esporte? Porque existem diferenças biológicas entre homens e mulheres que podem produzir vantagens físicas importantes no desempenho esportivo.“, argumentou.
Entenda
A Confederação Brasileira de Voleibol anunciou, na sexta-feira (14/08), uma nova política de elegibilidade para competições nacionais de vôlei de quadra e de praia. Entre os critérios está a realização de uma triagem genética para verificar a presença do gene SRY, associado ao cromossomo Y e a características se*uais masculinas. Desse modo, atletas que não comprovarem os critérios de elegibilidade não poderão disputar as competições incluídas na nova política.